25 de Outubro de 2014

Projecto Marmita Semana 34/2014

Tenho estado a tentar usar o máximo as refeições ou ingredientes para refeições que tenha congelados. De vez em quando é preciso fazer uma limpeza, para termos a certeza que nada está esquecido e não corre o risco de passar demasiado tempo no congelador, a ponto de lhe perdermos o gosto. Sim, que o congelador é um aliado maravilhoso das nossas cozinhas, mas os alimentos que congelamos diretamente não sofrem processos de ultra congelação e outros que lhes confiram um a possibilidade de ali ficarem durante um prazo longo  sem qualquer alteração nas suas características ou sabor, por isso o ideal é que não deixarmos passar mais de 2 meses desde que congelamos os alimentos.

Segunda-feira
Sopa de agrião + Tarte de cebola e curgete (congelador) com coulis de tomate + Salada de agrião, alho francês e tomate.



Terça-feira
Sopa de agrião + Empada de carne (congelador) com salada de alface, tomate e alho francês.

 
Quarta-feira
Sopa de agrião + Sandes de pão pitta (congelado) com peru grelhado (congelado) e bróculos salteados + Curgete e beringela grelhadas.

Quinta-feira
Sopa de agrião+ Frango com esparguete (congelado: a massa deve ficar al dente para poder ser congelada)

Sexta-feira
Sopa de agrião + Bife de frango enrolado com salva e queijo e legumes grelhados - beringela e curgete (fiz dois bifes, um dos quais ficou para o almoço do marido. Se o tivesse congelado seria uma refeição a consumir rapidamente, uma vez que os queijos gratinados nem sempre resistem muito bem à congelação, ficando com o seu sabor facilmente alterado)
 


20 de Outubro de 2014

O pecado numa taça





Um desafio doce e gelado de fazer crescer a água na boca.
Com algumas obras a correr lá em casa, confesso que não sei se deixei passar o prazo do desafio. A simpática carta da Carte D`Or que chegou a acompanhar umas forminhas de silicone, estará guardada entre os muitos papeis que tivemos que encaixotar e eu sou uma cabeça de alho chocho no que toca a fixar datas, mas mesmo assim, com ou sem prazo, o desafio impunha-se. O difícil foi escolher o sabor, mas lá tive que me decidir pelos sabores disponíveis no supermercado, entre os quais não estava a minha primeira escolha, mas são todos tão apelativos que nunca ficaria a perder.
Para mim os gelados ou são servidos, assim, simples numa taça (ou comidos à colherada da própria caixa, porque não?) requerem combinações simples: chocolate (sempre), frutas, crepes, crumbles e estamos bem.
 
 
 
A este Tiramisu escolhi juntar a pureza do chocolate, intensificando-lhe o sabor e o agri-doce dos frutos vermelhos. Difícil foi depois tirar a fotografia num ambiente novo com luminosidades e sombras difíceis a uma hora em que a própria luz natural se começa a esvair depressa demais, quase tão depressa como o gelado teima em derreter (acabei por me esquecer de juntar a caixa do gelado)



Ingredientes:
1 embalagem de gelado Carte D`Or artesanal Tiramisu
1 chávena de frutos vermelhos frescos ou se usar dos congelados, descongele-os à temperatura ambiente
150 gr. de chocolate para culinária
1 colher de sopa mal cheia de manteiga
200 ml de leite
1/2 vagem de baunilha
1 colher de chá de maizena

Preparação:
Comece por derreter 50 gr. de chocolate em banho maria ou no micro-ondas (com cuidado para não queimar). Junte a manteiga e mexa até ficar brilhante.
Distribua o chocolate derretido pelo fundo das forminhas Carte D`Or. A deia é fazer bolachinhas de chocolate, por isso não as encha muito, apenas o fundo. Reserve no frigorifico.
Entretanto abra a vagem de baunilha e raspe as sementes. Deite o leite num tachinho juntamente com as sementes  a vagem de baunilha e leve a levantar fervura. Desligue e reserve. Deixe em infusão durante umas horas. 
Retire a vagem de baunilha, leve o leite de novo ao lume até ferver. Retire do lume e acrescente o restante chocolate partido em bocadinhos. Mexa com a ajuda da colher de pau até o chocolate dissolver. Desfaça a maizena num pouco de leite frio e junte ao chocolate e leve de novo ao lume, mexendo até engrossar (não precisa de ficar muito espesso).
Desenforme as bolachas.
Distribua o chocolate quente pelas taças. Com cuidado junte em cada taça um pedaço de gelado, tentando deixar os lindos picos intactos. Distribua os frutos vermelhos e uma termine com uma bolacha de chocolate.
Sirva de imediato.

17 de Outubro de 2014

Projecto Marmita Semana 33/2014

Uma semana atribulada, com arrumações  e outras coisas que tais, na casa a pedir simplicidade máxima nas refeições. Ainda assim há sempre uma sopa que vai servindo a semana, vamos aproveitando alguns jantares para compor refeições originais e recorrermos ao congelador sempre que necessário.
 
Segunda-feira 
Sopa de feijão verde + Pão Pitta com peru grelhado, cebola roxa e pêra balsâmica (cebola e pêra fatiadas e grelhadas em azeite, temperadas com umas gotas de vinagre balsâmico) + Salada de alface, tomate e alho francês.
 
 
 
Terça-feira
 Sopa de feijão verde + Grão com cogumelos e massa (vindos do congelador).
 
 Quarta-feira
Sopa de feijão verde + frango assado com brócolos, tomate e ananás.
 
 
Quinta-feira sem marmita
 
Sexta-feira
Sopa de feijão verde + Wrap de beringela da Go Natural (sem certeza de poder almoçar no escritório, levei, mesmo assim, uma sopa, que poderia sempre regressar a casa para o jantar. Completei com um wrap da Go Natural)
 
 
 

16 de Outubro de 2014

Pão de uvas Moscatel e funcho


Dia 16 de Outubro é o Dia Mundial da Alimentação e, por isso, hoje especialmente, as questões relacionadas com a nutrição e a alimentação devem estar na boca do mundo, numa tentativa de consciencializar as populações para a importância de comer de forma saudável. A esta celebração associou-se também uma outra: o Dia Mundial do Pão. Uma parelha perfeita, já que o pão é o alimento primordial. O mais simples e o mais genuíno símbolo de alimentação.

Em 2006 a Zorra do blogue "1x umruhren bitte aka kotchpof" desafiou os bloguers de todo o mundo para que no dia 16 de Outubro a publicação do blogue, de todos os blogues que quisessem aderir, fosse dedicada ao pão. Uma receita, um texto ou uma fotografia, desde que o pão fosse a estrela do dia. O desafio foi um sucesso e mantém-se vivo desde então. Esta é, por isso, a 9ª edição do World Bread Day a correr na blogosfera. Pode também seguir esta edição no facebook e no pinterest e não se esqueçam de usar ashtag #wbd2014. Ah! E o convite em portugês foi feito pela "Telita na Cozinha", não deixem de visitar porque vale mesmo a pena.

Então, cá estou eu a celebrar, mais uma vez, o maravilhoso mundo do pão. Desta vez partilho convosco um pão de Outono, frutado, aromático e uma boa companhia para uma chávena de chá quente. A massa é um pão de leite muito básico e o recheio foi inspirado numa receita do livro "A Volta ao Mundo em 80 Pratos".



(Fonte: "Livro Base" Bimby e "A Volta ao Mundo em 80 Pratos", David Loftus, Civilização Ed.)
Ingredientes:
250 ml de leite
1 ovo
50 gr. de açúcar
50 gr. de margarina
5 gr. de fermento seco
1 col. de chá de sal
500 gr. de farinha
500 gr. de uvas moscatel
2 colheres de sopa de sementes de funcho Espiga
1 gema de ovo para pincelar



Preparação:
Coloque todos os ingredientes no copo da bimby, excepto a farinha e programe 1,30m/37º/vel1.
Adicione a farinha e programe 10seg/vel 6.
Amasse 2min/vel espiga.
Deixe descansar 10 minutos. Divida a massa em duas partes iguais e estenda-as numa superfície enfarinhada, dando-lhes o formato redondo (ou outro que lhe aprouver), espalhe metade das uvas e polvilhe com uma colher de sopa de sementes de funcho. Pode usar uma forma de tarte para melhor acondicionar a massa.
Cubra com  a restante massa e cubra o topo com as uvas, fazendo uma ligeira pressão  para se segurarem na massa e polvilhe com as restantes sementes.
Transfira para um tabuleiro tabuleiro untado e polvilhado e deixe levedar num local morno até dobrar de volume.
Pincele com a gema de ovo e leve ao forno pré-aquecido a 180º por cerca de 20 minutos ou até o pão estar cozido e o topo se apresentar com uma cor dourada.

 

13 de Outubro de 2014

Caldeirada de Peixe

Na última paragem das nossas férias passamos pelo mercado do peixe na Costa Nova e compramos umas ameijoas, que seriam servidas à Bulhão Pato, e uma dose de caldeirada para dois. É esta caldeira deliciosa que aqui vos deixo ficar. Um prato tão típico da nossa costa e um aconchego para as refeições de Outono.
 

Ingredientes (para 2):
750 gr. de peixes variados preparados para caldeirada (raia, cação, lula, corvina, salmonete)
Ameijoas q.b. (suficientes para cobrir o fundo do tacho), já lavada
1 tomate grande maduro, pelado e sem sementes
1 pimento verde, cortado em tiras
1 cebola média, cortada em meias luas
1 dente de alho, picado
3 batatas, descascadas e cortadas em rodelas
100 ml de vinho branco
100 ml de água
Malagueta a gosto
1 folha de louro
Sal q.b.
Azeite q.b.



Preparação:
Tempere o peixe com sal uma hora antes de começar a cozinhar.
Num tacho largo deite um bom fio de azeite, um terço da cebola e o alho picado.
Deixe refogar em lume brando, só até a cebola amolecer.
Junte as ameijoas, cobrindo o fundo do tacho (assim vai impedir que os restantes ingredientes fiquem pegados no fundo), por cima coloque uma cama de batata, cebola, tomate e pimento, meia folha de louro e sal.
Acame os peixes sobre os legumes e coloque nova camada de batata, cebola, pimento e tomate, a restante metade da folha de louro, a malagueta e regue com o vinho e a água.
Tape o tacho e leve a cozinhar em lume médio, contando cerca de 15 minutos a partir do momento em que levanta fervura, abando o tacho de vez em quando (a caldeirada não se mexe). A caldeirada está pronta quando a batata estiver cozida. Prove a calda e acrescente sal se necessário.
Sirva de imediato acompanhado de fatias de pão torrado (que para mim substituem perfeitamente a batata).

11 de Outubro de 2014

Projecto Marmita Semana 32/2014

Esta semana deliciei-me. Não há como fazer uma pausa na hora do almoço e saborear refeições que nos enchem a alma e nos ajudam, naquela breve hora, a esquecer as preocupações do trabalho.

Segunda-feira
Esta semana começou com uma das minhas marmitas preferidas: legumes assados (curgete, abóbora, beringela e cebola) e queijo feta. Quando a aqueci o queijo derreteu ligeiramente, envolvendo o esparguete e ficou de comer e chorar por mais.
 
Sopa de espinafres + Esparguete com legumes assados e feta.
 
 
Terça-feira
Na terça um petisco apanhado num campo, no Douro: beldroegas. Esta erva é muito estimada na gastronomia alentejana, mas por aqui quase que não consegue fugir ao seu estatuto de erva daninha. Nos últimos anos habituámo-nos a "colher" os nossos legumes e as nossas ervas nos supermercados e nem imaginamos a riqueza que existe por estas estradas e campos fora.  Estas ultimas semanas fui presenteada pela natureza com endro e com estas beldroegas. Basta estarmos de olhos bem abertos e saber o que procurar (não arrisquem se não tiverem a certeza de que erva se trata). E às benditas beldroegas só um ovo escalfado lhes fariam justiça....
 
Sopa de couve branca + Beldroegas estufadas com ovo escalfado + Salada de rúcula, tomate e cenoura.
 
 
Quarta-feira
Estes bolinhos são um aproveitamento de sobras de arroz e de frango assado. São muito versáteis. Podem ser feitos com todo o género de sobras: frango, peixe, carne, legumes .... Parti de uma receita da Hellman`s para usar a maioneses como ingrediente de ligação e ficarm muito bons. Com poucos ingredientes fiz cerca de 8 bolinhos (receita em "As Receitas da Marimita" - marmitas de carne). 
 
Sopa de couve branca + Bolinhos de arroz com salada.
 
 
Quinta-feira
Mais uma refeição deliciosa. Esta foi feita para responder ao desafio do grupo "Quize dias com..." em que o chefe escolhido foi Paul Hollywood. A receita já está no blogue e podem sempre substituir a massa folhada por outra com menos gordura e calorias.
 
Sopa de penca e cenoura + Tarte de cebola e curgete com coulis de tomate assado + Salada de rúcula e tomate.
 
E na sexta não houve marmita.

10 de Outubro de 2014

Mais um Dorie às Sextas e um pequeno "Bill`s Big Carrot Cake" - Bolo de Cenoura


 
 
Mais um bolo delicioso da Dorie para este desafio quinzenal das "Dories às Sextas". A lista de ingredientes quase que assusta, mas a verdade é que é basicamente pesar e misturar. Claro que esta receita ficava a ganhar se optasse por a fazer tal como a receita: o bolo todo com o recheio e cobertura, mas era um bolo muito grande para nós e a verdade é que não somos muito fans de bolos com cobertura, excepto em dias de festa. Sempre podem argumentar que fazer bolo é já  de si uma festa, é verdade, mas sabe tão bem um bolo simples numa tarde de Domingo que não me arrependo nada de não ter feito o creme.

(Fonte: "Baking", Dorie Greenspan)
Ingredientes:
Para o bolo:
2 chávenas de farinha
2 colheres de chá de fermento
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de canela moída (só usei uma pitada)
3/4 de colher de chá de sal
3 chávenas de cenoura ralada
1 chávena de nozes ou pecans, cortadas grosseiramente
1 chávena de coco ralado (adoçado ou não)
1/2 chávena de passas grandes e húmidas (brancas ou pretas) ou arandos secos
2 chávenas de açúcar
1 chávena de óleo de colza (canola) ou de cártamo (sallflower)
4 ovos grandes
Para a cobertura:
220 gramas de queijo-creme, à temperatura ambiente
120 gramas de manteiga sem sal, à temperatura ambiente
3 3/4 chávena de açúcar em pó peneirado
1 colher de sopa de sumo de limão ou 1/2 colher de chá de extracto de limão
1/2 chávena de coco ralado
Nozes ou pecans outro tostadas e picadas finamente e/ou coco ralado tostado para enfeitar (opcional)

Preparação:
O Bolo:
Coloque duas grades no forno e pré-aqueça-o a 190ºC.
Unte três formas redondas de 23x5cm, polvilhe-as com farinha e sacuda o excesso. Coloque duas formas num tabuleiro e a terceira noutro.
Numa taça misture a farinha, o fermento, o bicarbonato de sódio, a canela e o sal.
Noutra taça, misture as cenouras, as nozes, o coco e as passas.
Com uma batedeira de pé ou manual, bata o açúcar e o óleo em velocidade média até ficar suave.
Continuando a bater, junte os ovos um a um,  até a massa estar ainda mais suave. (Bimby: junte no copo o açúcar, os ovos e o óleo e bata 20 segundos/vel. 6)
Reduza a velocidade para o mínimo e junte a mistura da farinha, batendo apenas até os ingredientes secos desaparecerem. (Bimby: 10 segundos/vel.6)
Misture gentilmente a mistura das nozes e cenoura. (se usar a bimby use a espátula para envolver os ingredientes)
Divida a massa pelas formas e levar ao forno durante 40 a 50 minutos, passando as formas de baixo para cima e de frente para trás a meio do tempo, de modo a que os bolos cozam uniformemente. Retire do forno quando se inserir uma faca no centro e esta sair limpa e os bolos começarem a descolar-se dos lados das formas.
Deixe arrefecer durante cinco minutos e desenforme passando uma faca nos lados dos bolos.
Inverta-os e deixar arrefecer à temperatura ambiente, com o topo para cima.
A cobertura:
Com uma batedeira eléctrica ou manual, bata o queijo creme com a manteiga até ficar cremoso.
Junte o açúcar e continue a bater até estar aveludado.
Junte o sumo ou o extracto de limão e junte o coco ralado a metade da cobertura (opcional).
Montar o bolo:
Coloque um bolo com o topo para cima num prato de servir. Se se tiver juntado o coco a metade da cobertura, cobra generosamente a primeira camada com esta mistura, caso contrário, use a cobertura simples. Usar uma espátula ou uma colher para alisar a cobertura até aos extremos do bolo.
Cubra com o segundo bolo, desta vez com a parte de cima virada para baixo e cubra com o restante creme com coco, ou com o simples caso não se use o primeiro.
Cubra com o terceiro bolo, o topo virado para cima, e cubra-o com o creme.
Pode cobrir-se apenas o topo ou também os lados do bolo.
Finalize com um pouco de creme trabalhado no saco de pasteleiro e polvilhe com as nozes, se assim se desejar.
Refrigere durante 30 minutos antes de servir.

9 de Outubro de 2014

Tarte de cebola e curgete com coulis de tomate assado

 
 
O chef escolhido para esta quinzena em Quinze dias com  é Paul Hollywood que a Susana descreve assim: "Britânico e filho de um padeiro, trocou a sua formação em escultura pela arte do pão e pelo negócio da família. Rapidamente ganhou reputação pela inovação que trouxe, mesmo aos métodos de fabrico artesanal. Das suas viagens pelo Chipre, Egípto e Jordânia, trouxe técnicas de aldeias remotas, tendo mesmo aprendido a fazer pão nas areias do deserto com os beduínos. Como nem só de pão vive o homem, o nosso convidado é também mestre na arte de cozinhar no forno, acrescentando ao s...eu repertório um conjunto de outras iguarias doces e sagadas que prometem perfumar as nossas cozinhas e encher as nossas almas".
Pouco conhecedora da sua cozinha, lancei-me em buscas pelo maravilhoso mundo da internet e encontrei uma mão cheia de receitas tentadoras, mas a escolhida foi uma tarte salgada deliciosa de cebola e curgete. Embora evite a massa folhada, especialmente nas minhas refeições do dia-a-dia, acabei por seguir a receita e usei os quadrados de massa folhada Pasta do Dia, que tenho sempre no congelador. Fiz uma dose reduzida, mas aqui fica a receita original.
 

 
Ingredientes:
Para a tarte:
250 gr. de massa folhada
1 cebola roxa cortada em fatias finas
500 gr. de curgete, finamente fatiada
Açúcar q.b
1 ovo ligeiramente batido
Azeite q.b.
Sumo de limão q.b.
Parmesão ralado a gosto
Para o Coulis:
600 gr. de tomate, cortado em metades
3 dentes de alho
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
Azeite q.b.
1 colher de chá de açúcar
Sal e pimenta q.b.
1 mão cheia de folhas de manjericão



Preparação:
Comece por fazer o Coulis:
Coloque os tomates, com o corte para cima, numa assadeira, junte os dentes de alho (com a casca) e regue com o vinagre balsâmico e com um fio generoso de azeite. Polvilhe com açúcar e tempere com sal e pimenta. Leve a assar, em forno pré-aquecido a 220º,  por 20 a 30 minutos ou até os tomates estarem macios e sumarentos e ligeiramente tostados no topo (mas não queimados).
Retire do forno e deixe arrefecer. Retire a pele dos dentes de alho e coloque-os, juntamente com os tomates e todos os líquidos que estiverem na assadeira, numa misturadora. Acrescente o manjericão e mais um pouco de azeite e triture. Coe o molho através de um passador para uma tigela, retifique o tempero, tape e guarde no frigorifico até precisar dele.
Entretanto aqueça uma colher de sopa de azeite numa sertã e refogue a cebola até estar macia. Polvilhe com um pouco de açúcar e deixe cozinha mais uns minutos, até o açúcar se dissolver. Reserve.
Branqueie as fatias de curgete, por um minuto ou dois, em água a ferver, coe, seque (pode usar papel de cozinha) e deixe arrefecer (saltei este passo).
Forre um tabuleiro de forno com papel vegetal ou um tapete de silicone.
Estenda a massa folhada num circulo com cerca de 2 mm de espessura e 26 cm de diâmetro (use um prato para guiar o corte). Pique a massa com um garfo e com a ponta da massa marque uma borda com 2cm de largura a toda a volta. Transfira a massa para o tabuleiro e refrigere-a por 30 minutos. 
Espalhe a cebola pela borda da tarte e coloque as fatias de curgete no centro, dispondo-as em círculos ligeiramente sobrepostas. Regue com um pouco de azeite e tempere com sal e pimenta. Pincele as bordas da tarte com o ovo e leve a assar por 20 a 25 minutos, até a massa inchar a apresentar uma cor dourada. Deixe arrefecer.
Antes de servir pincele com mais um pouco de azeite e regue com o sumo de limão. Polvilhe com queijo parmesão ralado no momento e um pouco de pimenta. Sirva com o coulis de tomate à parte e uma salada fresca.

7 de Outubro de 2014

Doces férias!

O Outono chegou e para trás já ficaram os doces dias das férias. Agora que os dias vão ficando cada vez mais curtos, sabe bem recordar o céu azul e o mar. Aquecemos, assim, as horas mais frias com os momentos de um Verão azul.

O dia prometia. O céu pintado a aguarela de Setembro convidava a partir. Rumamos a sul, à procura de calor, já que a norte o Verão deixava muito a desejar. Perto de Aveiro fomos surpreendidos pela chuva, mas o sol acabou por aparecer e acompanhou-nos durante o resto da viagem. Seguimos pela auto-estrada até Ílhavo, para a primeira paragem. Uma visita às lojas da Vista Alegre, como não podia deixar de ser. Feitas algumas compras e depois de um breve passeio pelo espaço da antiga fábrica (a vista à fábrica em si ficará para outra oportunidade), seguimos viagem, mas desta vez pelas estradas secundárias. O objectivo é acompanhar a nossa belíssima costa  até S. Martinho do Porto.

 Ílhavo, Vista Alegre.



 

 A chuva acaba por ficar para trás e em Mira o céu azul recebe-nos de braços abertos.





Paramos para almoçar na Figueira da Foz. Um pequeno passeio pós-almoço pela extensa praia e estamos prontos para seguir.



Nova paragem em S. Pedro de Moel, depois de percorrer a Estrada Atlântica,  para admirar o magnifico mar verde-azul.



O ponto de destino aproxima-se, mas antes havemos de parar na mítica praia da Nazaré e abastecer a lancheira com figos e bolachas de amendoim.

 
 

Finalmente S. Martinho do Porto e a sua baía calma e solarenga. O descanso é merecido, cada minuto ao sol é saboreado. Esperam-nos dias lentos, preguiçosos, um mar sempre calmo e de águas temperadas, gelados na esplanada, bolas de Berlim na praia, comida boa a deixar saudades de um arroz de tamboril magnifico, num restaurante tão simpático como  a baía: O Cantinho do Amigo. Voltando a S. Martinho é certo que repetirei a visita.




Claro que houve tempo para mais uma visitas. Com as Caldas da Rainha tão perto não podia não passar pela Bordalo Pinheiro, provar uma fatia do famoso Pão-de-Ló de Alfeizerão e almoçar numa esplanada com vista para a praia da Foz do Arelho.


E como tudo é que bom passa depressa, lá chegou a semana ao fim. Tempo de regressar, desta vez tomamos a auto-estrada e saímos na Costa Nova para almoçar com tempo de visitar o mercado e trazer umas ameijoas e uma dose de peixe para uma boa caldeirada, mas essa é outra história, ou melhor, outro prato de que falarei mais adiante.
 

 

4 de Outubro de 2014

Projecto Marmita - Semana 31/2014

Mais uma semana de marmitas a condizer com o calor que se tem feito sentir por aqui: saladas e mais saladas (as favoritas foram a de segunda-feira e de quinta-feira)! As sopas do costume, a que faço ao Domingo à noite que vou trazendo até acabar e depois recorro às que tenho sempre no congelador. A empada também faz parte do que consta do congelador. A quinoa foi cozinhada a meio da semana (é tão fácil de fazer e ainda por cima também se pode congelar).  
Tenham um bom fim-de-semana! 

Segunda-feira
Sopa de couve branca + Salada de alface, manga, alcaparras, tomate, feta, cebola roxa e coentros.


Terça-feira
Sopa de couve branca + Empada de carne + Salada de alface, tomate e pepino.

 
 
Quarta-feira
Sopa de couve branca + Salada de quinoa, polvo e legumes.
 
 
Quinta-feira
Sopa de couve branca + Salada de rúcula, tomate, cebola roxa e abacate.
 
Sexta-feira
Sopa de penca e cenoura + Peru grelhado com quinoa e brócolos + Salada de rúcula, tomate e manga com vinagrete de balsâmico.
 
 
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